Vista aérea de complexo viário com rodovia movimentada, viadutos, galpões industriais e área urbana ao fundo.

Concessões garantem
R$ 36,6 bilhões ao Rio de Janeiro


Aportes bilionários aceleram a economia fluminense e destravam gargalos históricos em energia, saneamento, rodovias, portos, ferrovias, entre outros projetos


Por Jean Peixoto – Padrinho Conteúdo

Apesar do cenário desafiador de 2025, marcado por incertezas fiscais, juros altos e tensões macroeconômicas, a economia do Rio de Janeiro avançou 3,7%, impulsionada por petróleo, gás e serviços. Para 2026, mesmo diante do protecionismo externo e da volatilidade do petróleo, a Firjan projeta um crescimento de quase 4% do PIB fluminense. O grande motor dessa sustentação será o desempenho positivo dos setores de infraestrutura e saneamento, além de novos investimentos em energia.

No triênio atual (2026 a 2028), as concessões devem atrair R$ 36,6 bilhões em investimentos confirmados e mais de R$ 25 bilhões em projetos potenciais para setores estratégicos e obras que prometem desafogar uma série de gargalos da infraestrutura fluminense. Os dados são do estudo “Panorama dos Investimentos no estado do Rio de Janeiro 2026-2028”, elaborado pela Firjan. Além de reforçar a competitividade estadual, esses projetos prometem gerar oportunidades robustas para a indústria, com impactos expressivos sobre o emprego e a arrecadação.

No setor rodoviário, os investimentos confirmados somam R$ 7,6 bilhões até 2028. O destaque fica com o início das obras de melhoria nas concessões rodoviárias mais recentes, como os projetos do eixo Rio-São Paulo, que incluem a concessão conjunta das rodovias Presidente Dutra (BR-116) e Rio-Santos (BR-101) à Motiva RioSP, pelo período de 30 anos, com R$ 8 bilhões em investimentos e estimativa de gerar cerca de 218 mil empregos. A Firjan estima que, até 2028, serão injetados R$ 3,2 bilhões desse montante na economia fluminense.

Assinada em 2022, a concessão de 625,8 quilômetros de estradas prevê uma série de benefícios, como 80 quilômetros de duplicações e 590 quilômetros de faixas adicionais, sendo 557 quilômetros só na Dutra. O projeto prevê ainda 128 passarelas, 144 quilômetros de vias marginais, 144 dispositivos e interseções (novos ou remodelados), 535 pontos de ônibus, quatro áreas de descanso para caminhoneiros (três na Dutra e uma na Rio-Santos) e 59 corredores para a passagem de animais.

“Esses investimentos incluem ampliação de capacidade, recuperação de pavimentos, faixas adicionais, vias marginais, passarelas e dispositivos de segurança”, comenta o gerente-geral de Estudos e Estratégias da Firjan, Isaque Ouverney.

Pleito histórico

Entre os principais investimentos do certame, destacam-se a conclusão da nova subida da Serra das Araras, com traçado mais moderno de extensão de 16,2 km, a implantação de 569 km de faixas adicionais na BR-116 e a duplicação de 80,2 km da BR-101/RJ. Para ampliar a capacidade do trecho, foram previstos investimentos de R$ 1,2 bilhão e 16 quilômetros de novas pistas duplicadas.

O trecho integra um dos principais corredores logísticos nacionais, visto que aproximadamente metade do PIB brasileiro circula pela Via Dutra, responsável pelo transporte de 390 mil veículos por mês, dos quais 36% são de carga.

Em junho, ocorreu a entrega da primeira etapa da nova Serra das Araras (BR-116 Sul), o que representou um avanço significativo em um pleito histórico da Firjan. O empreendimento é considerado fundamental para ampliar a segurança dos usuários, reduzir gargalos logísticos e aumentar a competitividade da indústria ao longo da principal conexão rodoviária entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo.
 

Infográfico detalhando a divisão de R$ 36,6 bilhões em concessões e PPPs no Rio de Janeiro por setor até 2028.



Eixo Rio-Minas

Já a concessão da Rio-Valadares – que inclui a BR-116 Norte, a BR-465 (antiga Rio-São Paulo) e a BR-493 (Arco Metropolitano), que liga o Rio de Janeiro a Governador Valadares (MG) –, vencida pelo grupo EcoRodovias em 2022, tem previsão de R$ 5,5 bilhões em investimentos em um período de 30 anos. Para o triênio vigente, a Firjan estima um aporte de R$ 1,6 bilhão. Com 726,9 quilômetros de extensão, a Rio-Valadares é dividida em seis trechos e corta 37 municípios, sendo 15 no Rio e 22 em Minas Gerais. Além disso, ela é a única opção, a partir da capital fluminense, para contornar a Baía de Guanabara em direção ao norte do estado e a outras regiões do país.

O edital de concessão previu 303 quilômetros de duplicações e 255 quilômetros de faixas adicionais. Nos trechos urbanos, a concessionária deverá implantar 85,5 quilômetros de vias marginais, 75 passarelas e 462 pontos de ônibus, além de três áreas de escape, garantindo ainda mais segurança aos usuários. Entre os compromissos ambientais, está a construção de 57 passagens de fauna.

Subida da Serra de Petrópolis

Assinado no ano passado pelo Consórcio Elovias, o contrato de concessão por 30 anos da BR-040 e BR-495, entre Juiz de Fora (MG) e o Rio de Janeiro, também merece destaque. A Firjan estima investimento de R$ 676 milhões até 2028. Entre as principais melhorias previstas no plano de concessão está a conclusão das obras da nova subida da Serra de Petrópolis, paradas desde 2016. Também devem ser construídas faixas adicionais, além da duplicação de trechos em áreas de serra, da criação de novos acessos e interseções em desnível e da instalação de passarelas para pedestres.
 
A nova rota de subida da Serra contará com um túnel de cerca de 5 km, dos quais 3,5 km foram escavados antes da interrupção das obras. A Firjan acompanha uma discussão acerca do projeto de ampliação de faixas na descida devido à necessidade de obter licenciamento, pois a obra estaria em uma área de preservação ambiental da Serra do Mar. Contudo, essa é uma obra essencial para melhorar a ligação logística entre RJ e MG, reduzir gargalos na Serra e dar mais previsibilidade ao transporte de cargas e à atividade industrial.

Ampliação na BR-101

Outra medida importante para o modal rodoviário fluminense foi a assinatura, em março, do termo aditivo que oficializa a otimização contratual da gestão da BR-101/RJ Norte entre a Autopista Fluminense (Arteris) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A assinatura marcou o início da fase de ampliação do corredor que liga Niterói à divisa do Rio com o Espírito Santo. O acordo viabiliza o maior ciclo de obras de modernização da rodovia e do setor no Rio de Janeiro, com investimentos que totalizam R$ 8 bilhões até o término do contrato, em 2048.

O cronograma prioriza intervenções estratégicas, a começar por 46 quilômetros de faixas adicionais entre Niterói e Itaboraí e pela duplicação de 45,8 quilômetros entre Macaé e Casimiro de Abreu – projeto que contempla oito novas pontes e quatro dispositivos em desnível. No trecho norte, está prevista a execução de 81,7 quilômetros de multivias, entre o km 10 e o km 84, em Campos dos Goytacazes, o que modernizará o fluxo de carga e o tráfego local.

Ao longo do último ano, a Firjan vem reforçando que o Contorno de Campos é um pleito prioritário, uma vez que é fundamental para retirar o tráfego pesado do centro urbano, reduzir congestionamentos severos e melhorar a segurança viária na região. O entrave principal são os prazos para o projeto (cinco anos) e o licenciamento ambiental (oito anos), que são muito longos.

Malha ferroviária

Vale destacar, ainda, a renovação até 2056 da concessão ferroviária da Malha Sudeste, operada pela MRS Logística. Com a repactuação, a previsão é de R$ 318 milhões em investimentos até 2028. De acordo com a MRS, o plano de investimentos construído em conjunto com o Ministério da Infraestrutura (MInfra) e a ANTT é baseado em três pilares: expansão de capacidade e atendimento aos parâmetros de desempenho, investimentos estruturantes de interesse público e obras para minimizar os conflitos urbanos.

Além disso, outro marco para a malha ferroviária do Rio e do país é a construção do Anel Ferroviário do Sudeste (EF-118), que tem licitação prevista para o 1º trimestre de 2027 e investimento potencial de R$ 1,4 bilhão para o triênio. O projeto, com 495 km de extensão, ligará a Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM), no Espírito Santo, à malha ferroviária da MRS, no Rio de Janeiro.
 
A ferrovia é um dos pleitos do estudo Rio de Futuro, documento que elenca as prioridades do empresariado fluminense para promover o crescimento econômico no Brasil e no Rio de Janeiro. A EF-118 promete não apenas dinamizar a logística do Rio de Janeiro, mas também impactar positivamente outras regiões do Brasil, facilitando o escoamento de produtos, como grãos e fertilizantes, do Centro-Oeste e de outras regiões para os portos do Sudeste.

“Para o Rio de Janeiro, entendemos que a implantação futura do trecho entre São João da Barra e Nova Iguaçu é necessária para formar efetivamente o Anel Ferroviário do Sudeste e alcançar a malha da MRS e os portos da Baía de Sepetiba. A construção do corredor também pode atrair terminais intermodais, centros de distribuição e empreendimentos industriais ao longo de sua área de influência”, sublinha Mauro Viegas Filho, presidente do Conselho Empresarial de Competitividade da Firjan.

Energia 

O setor de energia compõe a maior fatia da previsão de investimentos para o Rio até 2028. O levantamento da Firjan prevê R$ 15,1 bilhões para o triênio, sendo R$ 8,5 bilhões da distribuidora Light e R$ 6,1 bilhões da Enel. Esses investimentos são prioritários porque fortalecem a infraestrutura elétrica do estado do Rio de Janeiro, aumentando a confiabilidade, a capacidade e a resiliência das redes de distribuição.

A federação ressalta que a modernização de subestações, linhas e equipamentos reduz interrupções no fornecimento, melhora a qualidade da energia e prepara o sistema para atender ao crescimento da demanda, à expansão industrial e à eletrificação da economia. Além de beneficiar diretamente consumidores e empresas, esses investimentos criam as condições necessárias para atrair novos empreendimentos, elevar a competitividade da indústria fluminense e sustentar o desenvolvimento econômico do estado.

Outra pauta estratégica é a conclusão da usina termonuclear Angra 3, obra que começou na década de 1980, mas está paralisada há cerca de 10 anos, gerando alto custo de manutenção. A usina tem o potencial de ampliar a oferta de energia firme e de baixa emissão de carbono, diversificando a matriz elétrica nacional e reduzindo a dependência de fontes sujeitas às condições climáticas. Para o Rio de Janeiro, o empreendimento fortalece a cadeia produtiva local, gera empregos qualificados, movimenta a indústria nacional de bens e serviços e consolida o estado como um dos principais polos do setor nuclear brasileiro. A Firjan considera que a retomada da obra é vital para o estado, tendo em vista seu potencial para geração de emprego e renda.

Leilões de transmissão

Além do investimento potencial de Angra 3 e dos investimentos confirmados por parte das distribuidoras de energia, a Firjan também monitora os empreendimentos contratados nos leilões de transmissão, uma vez que eles são fundamentais para garantir a expansão e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). Novas linhas e subestações permitem escoar a geração de energia, integrar novas fontes renováveis e reduzir restrições operativas, aumentando a segurança energética do país. Para o Rio de Janeiro, essas obras reforçam a infraestrutura necessária para sustentar investimentos industriais e assegurar maior estabilidade no suprimento de energia.
 
Saneamento básico

As concessões do setor de saneamento básico ocupam a segunda posição no ranking de investimentos confirmados para o próximo triênio, somando R$ 8,6 bilhões puxados pelos certames dos lotes 1, 2, 3 e 4 do leilão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Além da atração de recursos bilionários, os contratos viabilizam o cumprimento das metas do Marco Legal do Saneamento, a modernização da rede de distribuição de água, a universalização do saneamento básico e a melhora na saúde pública sem onerar os cofres públicos.

A concessão por 35 anos dos blocos 1 e 4 do leilão da Cedae à empresa Águas do Rio, do grupo Aegea, em 2021, foi considerada um marco para o saneamento fluminense e símbolo de um novo ciclo de investimentos no estado. Ao todo, 49 municípios fluminenses, incluindo a capital, foram contemplados pelas concessões da Cedae. A estimativa da Firjan é de R$ 6,256 bilhões em investimentos para o próximo triênio. Já o bloco 2, arrematado pela Iguá, deve render R$ 742 milhões, e o bloco 3, gerido pela Rio+Saneamento, deve gerar R$ 1,079 bilhão.

Setor portuário

As concessões em andamento para o setor portuário têm previsão de R$ 3,6 bilhões em investimentos até 2028. O gerente-geral de Estudos e Estratégia da Firjan frisa que o transporte marítimo responde por parcela expressiva das importações e exportações brasileiras.

“Para a indústria de transformação, os portos são fundamentais tanto para a exportação de produtos quanto para a importação de insumos, máquinas e equipamentos. Na cadeia de petróleo e gás natural, que possui grande participação na economia fluminense, os terminais portuários apoiam a movimentação de combustíveis, derivados, equipamentos e suprimentos utilizados nas atividades offshore”, explica Isaque Ouverney.

Em fevereiro deste ano, foi celebrado o contrato de concessão do terminal ITG02, dentro do Porto de Itaguaí (via Cedro Participações - Ágora). Esse foi o maior leilão do setor portuário do Brasil, com investimentos na ordem de R$ 3,58 bilhões. Na área leiloada, também conhecida como Porto do Meio, será construído um terminal de armazenagem e movimentação de granéis sólidos minerais que deverá movimentar cerca de 20 milhões de toneladas por ano. O terminal trará benefícios não apenas logísticos, mas também ambientais, porque o transporte aquaviário é menos poluente do que o modal rodoviário.
 
No ano passado, o terminal RDJ07 do Porto do Rio de Janeiro, que tem foco na movimentação de cargas de apoio logístico offshore para exploração de petróleo e gás natural, foi arrematado pela Petrobras por R$ 104 milhões. Com 25 anos de vigência, o contrato prevê R$ 99,4 milhões para modernização e ampliação de infraestrutura. Até 2028, a previsão é de R$ 66,7 milhões em investimentos. Também estão no radar, ainda sem previsão de data, as concessões do terminal RDJ06A, no Porto do Rio, com potencial de render R$ 25 milhões, e o terminal ITG03, em Itaguaí, com perspectiva de gerar R$ 150 milhões.

“Os portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí possuem características complementares. Itaguaí apresenta forte atuação na movimentação de granéis minerais e produtos siderúrgicos, além de ligação com a malha ferroviária. O Porto do Rio possui perfil mais diversificado, com movimentação de contêineres, produtos siderúrgicos, granéis líquidos, cargas de projeto e apoio às cadeias offshore. Essa complementaridade permite ao estado atender diferentes segmentos produtivos e ampliar sua participação no comércio exterior”, diz o gerente-geral da Firjan.

Transporte aquaviário

A ampliação das linhas de transporte público aquaviário do Rio é uma das bandeiras defendidas pela Firjan na última década. No ano passado, essa luta rendeu frutos com o anúncio de que a região que abrange Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes ganhará um sistema de barcos com seis estações e capacidade estimada para atender 85 mil pessoas por dia.

O contrato, firmado pela Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar) com o Consórcio Lagunar Marítimo, por meio de uma parceria público-privada (PPP), tem validade de 25 anos e prevê investimento mínimo de R$ 101,6 milhões pelo consórcio no período.

Malha aérea se reorganiza

Em processo de reestruturação, o sistema aeroportuário fluminense vive um importante momento de ajustes e concessões que devem favorecer tanto os voos domésticos quanto o transporte de cargas. No fim de março, a empresa espanhola Aena venceu o leilão de venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim, o Galeão, pelo qual ficará responsável até 2039. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, também já se posicionou a favor da concessão do Aeroporto Santos Dumont, atualmente operado pela Infraero.

Dados do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) apontam que, entre 2023 e 2025, o Santos Dumont reduziu quase pela metade sua movimentação de passageiros, de 11,5 milhões para 6,2 milhões por ano, enquanto o Galeão/Tom Jobim mais que dobrou seu fluxo, saltando de 7,9 milhões para 17,8 milhões. A Firjan defende a coordenação entre os aeroportos da capital como um ponto central da estratégia de reorganização da malha aérea fluminense.

“A perspectiva é de que o Santos Dumont opere de forma coordenada com o Galeão, respeitando as características e limitações de cada aeroporto. O Santos Dumont mantém forte atuação no mercado doméstico, regional e executivo, enquanto o Galeão possui maior capacidade para conexões internacionais, voos de longa distância e operações de carga. Nesse caso, os ganhos econômicos decorrem principalmente da melhoria da eficiência do sistema aeroportuário como um todo”, comenta Isaque Ouverney.

No ano passado, tomou corpo uma discussão sobre a possibilidade de ampliação da capacidade do Santos Dumont de 6,5 milhões para 8 milhões de passageiros por ano. Na ocasião, a prefeitura do Rio e a Firjan manifestaram-se contrárias à medida proposta pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em razão do impacto econômico que a medida provocaria na capital. O limite de passageiros no Santos Dumont foi estabelecido em 2023 justamente para fortalecer o Galeão, que chegou a operar com apenas 30% da capacidade e teve um terminal fechado antes da pandemia, além de evitar a sobrecarga dos aeroportos. No início de fevereiro, contudo, o governo federal recuou e suspendeu os estudos sobre o aumento desse teto.

Após vencer a licitação do Galeão, a Aena poderá explorar, manter e ampliar a infraestrutura do terminal internacional, além de assumir os direitos e obrigações previstos no novo acordo. Estudos da Firjan apontam que a recuperação plena da movimentação de cargas no Galeão poderia injetar cerca de R$ 4,5 bilhões por ano na economia fluminense. Vale salientar que esse valor deve ser compreendido apenas como impacto econômico, não como receita direta destinada ao Tesouro estadual. Setores como máquinas e equipamentos, manutenção aeronáutica, petroquímica, farmacêutica e exportação de alimentos seriam os principais beneficiados.
“A geração de receita para o estado ocorre principalmente pelos efeitos econômicos da atividade aeroportuária, e não apenas por pagamentos relacionados ao contrato de concessão. O aumento da movimentação de passageiros e cargas amplia o consumo de serviços, estimula o turismo, gera empregos, movimenta empresas e aumenta a base de arrecadação tributária”, acrescenta o gerente.

Infográfico com projetos no radar de R$ 25 bilhões, detalhando investimentos previstos para transporte e portos.

Com a projeção de bilhões de reais em novos aportes, as concessões consolidam-se como o motor do crescimento econômico do Rio de Janeiro. Ao destravar obras essenciais em rodovias, ferrovias, portos, energia, saneamento e logística, o estado supera gargalos históricos, fortalece a indústria fluminense e gera empregos, construindo uma infraestrutura moderna e competitiva para sustentar o seu desenvolvimento nos próximos anos.